O quê torna um filme de terror bom? Sustos?
Sangue? Seres disformes? Atmosfera aterradora? Protagonistas cativantes? It: A
Coisa tem todos esses ingredientes, mas será que de forma cadenciada?
Divagações sobre Entretenimentos em Geral (filmes, livros, séries, músicas, animes etc...)
16 de janeiro de 2018
15 de janeiro de 2018
Voldemort: A Origem do Herdeiro
Ao se assistir um filme, emoções como desapontamento,
decepção e insatisfação são comuns. No entanto, se imagine tendo em mãos o
poder de confecção autoral de sua obra predileta. Pois bem, foi o que assíduos
fãs de Harry Potter fizeram.
9 de janeiro de 2018
The Room
Se o mundo fosse criteriosamente inverso, The
Room seria uma obra-prima. No entanto, como não é, a película da vez ostenta
uma das piores reputações do universo cinematográfico.
7 de janeiro de 2018
Eu, Tonya
Cinebiografias estão cada vez mais frequentes
no cinema, mas o que torna um filme de tal gênero bom? Seria a verossimilhança
dos fatos contados? Talvez, ao menos para os que possuem verdadeiro
conhecimento da estória destrinchada. Seria a curiosidade dos fãs por saber
mais dos ídolos retratados? Possivelmente, ao menos por parte daqueles que
possuem tal ânsia. Ou, quem sabe, o envolvimento e engajamento na trama? Agora
sim, provavelmente, o fator de maior notoriedade. Infelizmente o problema de
Eu, Tonya encontra-se exatamente neste ponto.
6 de janeiro de 2018
Me Chame Pelo Seu Nome
Filmes sobre homossexualidade estão na moda,
mas será algo bom? Claro, pois, além de disseminar a luta pelo preconceito que
ainda rege em grande parte da sociedade, as respectivas produções também
exploram âmbitos antes não abordados consequente do tradicionalismo intrínseco
aos tempos passados e representa o semblante deste século XXI ainda em imersão,
de aceitações e inclusões. Ok, então Me Chame Pelo Seu Nome é mais um desta
safra (O Segredo de Brokeback Mountain, Azul é a Cor Mais Quente, Moonlight [leia aqui]...)
que se apropria de tal tema de forma exímia a transmitir uma importante
mensagem? Longe disso.
1 de janeiro de 2018
O Império Final (Mistborn: Nascidos da Bruma)
J. R. R. Tolkien é o precursor da fantasia épica, a principal influência do gênero e a fonte de inspiração de muitos escritores renomados, como George R. R. Martin, um dos literários de maior reputação hoje em dia. Todavia, Brandon Sanderson, que também bebe da fonte Tolkien, vem com Mistborn: Nascidos da Bruma provar que o mundo vai muito além dos arredores de Westeros, concebendo um mundo novo que entretém e sacia os fãs de tal estilo ávidos por uma nova e engajante leitura.
26 de dezembro de 2017
Feliz Natal (2005)
Confrontos armados e presentes sob uma árvore
são circunstâncias que contrastam de forma bastante antagônica e peculiar,
agora os imagine em conjunto tendo como palco ambientações fúnebres e a
Primeira Guerra Mundial como cenário. Certamente é uma visão exótica, todavia
Feliz Natal não é um filme convencional como pedida para o fim de ano.
18 de dezembro de 2017
Um Homem Chamado Ove
O cinema sueco geralmente é associado ao nome
de Ingmar Bergman (O Sétimo Selo; Morangos Silvestres; Persona...), influente
cineasta conhecido mundialmente e o principal nome do país vinculado ao âmbito
cinematográfico. No entanto, muitos se esquecem que a respectiva nação também é
frutífera em seu cinema contemporâneo, como Um Homem Chamado Ove comprova.
17 de dezembro de 2017
Sam Was Here
O clichê com certeza é um vício que acaba por
estragar muitas produções, seja pela preguiça do roteiro, por ser a única
escapatória visível ou, muito provavelmente, por ser algo que algum outro filme
já fez sem o próprio diretor saber, afinal, este mundo é gigantesco. No
entanto, é simplesmente admirável quando um longa consegue fugir do previsível
e apresentar uma proposta empolgante que surpreende e incita reflexões ao
espectador, e Sam Was Here o faz com maestria.
16 de dezembro de 2017
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